Em memória
Héctor O cãozinho beagle..
Nasceu em 22 de agosto de 2006.
Fomos busca-lo para dá-lo de presente no aniversário da Juliane, no mês de outubro, mas o presente foi de todos.
Quando chegamos no local indicado do anuncio para comprar um cãozinho Beagle Tricolor, ele estava nos esperando com pulos demonstrando alegria em nos ver, enquanto sua irmãzinha dormia tranquilamente, ela nem viu quando o irmãozinho se fora.. Enfim escolhido o bebê, demos-lhe o nome de Hector. Cada um dos filhos tem uma versão do porquê desse nome, o meu era em homenagem ao famoso cineasta “Hector Babenco”.
Veio bebezinho, com apenas 02 meses para nossa casa.. O Alex dormia com ele até um dia que acordou todo molhado..kkkk (não sei se é bom contar isso. Fica a seu critério Lê rsrs).
Desde pequeno era muito ativo e bagunceiro, nunca foi um cachorrinho obediente, pelo contrário, se alguém o chamasse sua atenção ele corria para longe chamando pra brincadeira.
No quintal ele pegava as meias do varal e enterrava-as no jardim, só descobria quando eu ia no jardim e via a terra revirada. As portas de casa tinham barreiras de contenção de Héctor, pois não ficava quieto, calmo e tranquilo. Era muito maluquinho..
Roía tudo o que podia, calçados e até os pés dos moveis, das plantas eu não podia descuidar. Um dia eu havia comprado terra, vazinhos e cascalhos para plantar umas mudas de plantas, colocamos no quintal e saímos. Ao retornarmos o quintal estava a maior bagunça, ele rasgou os sacos de terra e cascalho, espalhou na cerâmica do quintal, pegou as roupas do varal e misturou tuudooo. Imagine a cena. Eu não sabia se ria ou se chorava...
Adorava comer cenouras.
Ele sempre nos chamava quando tinha gente chegando em nossa casa, até os meninos antes de nos chamarem ele já dava o alarme, detalhe, se pessoas chamassem no vizinho, nada, nem se dava o luxo de levantar a cabeça.
odos os dias assim que a primeira pessoa da família se levantasse, tinha que abrir ao portão para que ele pudesse dar sua voltinha. Sempre muito independente, não permitia que o levássemos na guia com coleira, tinha que ir sozinho, caso contrário, éramos arrastados por ele. Com essas e outras foi atropelado duas vezes. Na última vez teve que amputar a ponta do rabo, foi sério. Até teve que usar COLAR DA VERGONHA veja o “Filme como cães e Gatos”.
Já adulto foi sempre alegre e brincalhão, só percebíamos que havia coisa errada com ele quando emburrava. Sempre se deixava acarinhar e retribuía com lambidas abundantes
Sempre viajava com a gente para o interior de São Paulo.
Muitas memórias boas ele nos deixou e também um vazio imenso no quintal e em nossas vidas. Não tem uma vez que chego em casa e ao abrir a porta imagino ele dando pulos de alegria sobre mim, deixando as marcas roxas em minhas pernas ou nas de qualquer incauto que passasse por ele.
Morreu em 02 de fevereiro de 2019.
Saudades do meu maluquinho, Hector querido.
com amor mamãe..
Homenagens
Fique em paz